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Arquiteto precisa viajar? O barato de viajar : papel das viagens culturais,

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O barato de viajar : A melhor coisa é poder viajar, quem concorda?

Uma das perguntas que os estudantes de arquitetura sempre fazem para os seus professores é Arquiteto precisa viajar?

Viajar faz bem não só para os estudantes de arquitetura, viajar faz bem para todo mundo! Sair do nosso mundinho abre a nossa mente de uma forma que ela nunca mais voltará a ser o que era antes. Viajar nos coloca em contato com um “mundo novo”.

Da mesma forma que os livros também o fazem, elas te enchem de novas informações, de sonhos e desejos que você nunca imaginou ter antes.

O barato de viajar

Viajar nos coloca em contato com cultura diferente da nossa e com isso outras outras formas de agir e pensar, que muitas vezes são totalmente diferentes, o que também não significa que um ou outro esteja certo ou errado.

A beleza da criação está na diversidade, cada um sendo o que é do jeito que sempre foi. Se todos entendessem isso não haveria tanto conflito no mundo por pensamentos diferentes.

Viajar não é sair de casa com a cabeça feita e as malas vazias, prontinhas para serem enchidas de compras.

Viajar é sair com as malas prontas e a cabeça aberta, vazia de preconceitos. Isso é o que faz da viagem uma grande aventura e principalmente fonte de conhecimento e cultura que é o que nos importa nessa nossa conversa.

Cada viagem tem sua peculiaridade, podendo ser mais confortáveis ou não, em relação a comodidade que você está acostumado a ter habitualmente.

Por isso, ao viajar, não reclame que isso ou aquilo não é igual ao Brasil, que isso ou aquilo é melhor aqui, pois é lógico que não é nada igual!

Se for para ser igual ou ter o conforto igual ao da sua casa, no seu país, é melhor ficar no Brasil, já que é o local que você “teoricamente” conhece bem.

Arquiteto precisa viajar?

Viajar agrega muita cultura, por isso gostar de viajar é muito importante na vida do Arquiteto (por incrível que pareça tem gente que não gosta).

É preciso não se importar um pouco com o desconforto da cama de um hotel mais simples, a desordem das roupas na mala, o sobe e desce de avião, ônibus, carro, enfim, aquele vai e vem comum de quem viaja… Viajar demanda esforço.

No entanto o retorno que isso acarreta é fantástico!

A importância de viajar

Quanto mais se viaja, agora falando de arquitetura, mais se conhece os diferentes tipos de construções, a estrutura das cidades, o urbanismo, a forma como ela se ordena e organiza. Todo este conjunto é o que chamamos de repertório.

Infelizmente não viajei o quanto gostaria em minha vida, mas se você tem a oportunidade de fazê-lo, faça-o, vai lhe agregar muuuito repertório e experiência.

Caso não tenha a possibilidade de viajar, mergulhe nos livros!  Os livros são um atalho para o conhecimento, um meio mais econômico e não menos eficaz de se adquirir cultura.

Estude história. Não dá para entender o presente sem conhecer o passado. Leia!

Eu simplesmente amo história e não tem como viajar sem se conhecer um pouco da história do seu destino.

Crie o interesse por história, ela vai te explicar porque o mundo é do jeito que é neste momento e você como Arquiteto pode mudar o curso deste pra melhor!

Ao visitar novas cidades não o faça como a maioria das pessoas o fazem, olhe com olhos de arquiteto, não busque os shoppings e as feiras de artesanato, procure pelos museus e os grandes centros históricos onde estão situadas as principais construções.

A emoção de viajar

Quando você viaja para ver com seus próprios olhos, o que você conheceu nos livros, isso te causará uma certa emoção, pois ver ao vivo e a cores o que você só viu em fotos vai te dar a sensação que você acabou de sair de dentro do livro, um verdadeiro efeito Alice no País das Maravilhas. É muito gostoso!

Está vendo a foto a baixo?

Ela representa exatamente esse trecho da frase destacada que mencionei anteriormente. Pois foi assim que aconteceu comigo em minha primeira viagem ao exterior. Eis o grande “barato” de viajar….

Movidos por um projeto acompanhei meu marido em viagem à Itália por uma semana para visitar uma cidadezinha chamada Ceccano, há 1 hora de trem da cidade de Roma.

Durante os demais dias passeamos por vários pontos turísticos e arquitetônicos de Roma, e um deles foi o Colosseo (sim, é Colosseo mesmo).

Depois de pegar o metrô nomeado Colosseo, chegando no destino da estação, a expectativa era andar ainda por mais um certo tempo até encontrar a famosa construção.

Mas para a nossa surpresa, ao botar os pés para fora da estação que já estava no nível da rua, me deparei ali de supetão, na minha frente, a uns 200 m de distância, o Grande Colossseo de Roma.

Fiquei paralisada!

Naquele momento era como se eu tivesse entrado dentro do livro com os próprios pés! E essa sensação eu JAMAIS esquecerei!

Arquitetura além dos livros

Para nós da área de Arquitetura é ainda mais importante esse contato pessoal com o que aprendermos nos livros e vemos somente em fotos, essas experiências nos faz viver a Arquitetura, senti-la e até toca-la.

Por isso, se você me permite, fica aqui um conselho de uma pessoa que te quer bem: não tenha medo ou preguiça de viajar!

Economize, planeje e viva experiências como essas. Você terá muita história para contar quando voltar, você vai se sentir um cidadão do mundo.

Vai valer muito a pena! Pode acreditar. Mas isso você só vai saber quando retornar… não adianta ninguém contar…  Isso é o tipo de coisa que só sente na pele!

Vou elaborar um artigo onde vou contar um pouquinho mais sobre essa viagem,  caso resolva dar um pulinho nas terras de Júlio Cesar, mas antes vou dar umas dicas bem básicas para quem nunca viajou e não nem tem ideia de como pode se organizar para fazer a primeira viagem para o exterior.

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